Pessoas há que nos inspiram confiança. Pessoas há que nos despertam admiração. Que nos fazem acreditar nas coisas. Que nos fazem vibrar com uma causa, com uma ideia, com um projecto. São seres (infelizmente) raros. Infelizmente escassos. Porque têm carisma. Porque são competentes. Porque têm uma força invisível que nos envolve e que nos motiva.Posso, hoje, dizer que Nuno Melo é uma delas. Pela inteligência, pela argúcia, pela frontalidade que já lhe admirava. E agora pela sensibilidade, pela atenção aos mais fracos, pela disponibilidade, pela combatividade, pela coragem, pela determinação. Pela firmeza. Pela rectidão. Pela honestidade. Pela força das convicções. E tudo isto é (ainda) mais raro hoje em dia. E ainda mais raro nos seres políticos (infelizmente). Se antes já tinha o meu voto (a opção ideológica nunca foi outra), agora posso dizer que tem o meu voto mais - tem a minha admiração. Mas quando digo isto não falo da admiração que sentimos por uma grande filósofo, por um grande político, por um grande artista, por um grande médico. Falo da admiração que sentimos por um grande homem. Sem "h" maiúsculo porque dele não precisa. Um homem. Um homem sério. Um homem justo. O que é admirável. E motiva e dá esperança.
Acompanhar Nuno Melo na sua campanha fez-me acreditar ainda mais na necessidade do político. E da política. Da política como serviço, como arte da minúcia, como arte da resolução dos problemas da polis. Da política como exigência de justiça. Da política como justiça.
Acompanhar Nuno Melo na campanha faz-me acreditar na integridade do político. Na integridade possível em política. Faz-me acreditar na força da seriedade, do trabalho e da verdade.
Obrigado, pois. Obrigado, pois, pela grande lição. Obrigado, pois, pela disponibilidade. Obrigado, pois, pela dádiva. Obrigado.
