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quarta-feira, 29 de julho de 2009

If the stars were mine

If the stars were mine
I'd give them all to you
I'd pluck them down right from the sky
and leave it only blue
I would never let the sun forget to shine upon your face
so when others would have rain clouds you'd have only sunny days
If the stars were mine
I'd tell you what I'd do
I'd put the stars right in a jar and give them all to you


If the birds were mine
I'd tell them when to sing
I'd make them sing a sonnet when your telephone would ring
I would put them there inside the square, whenever you went out
so there'd always be sweet music whenever you would walk about
If the birds were mine
I'd tell you what I'd do
I'd teach the birds such lovely words and make them sing for you

I'd teach the birds such lovely words and make them sing for you

If the world was mine
I'd paint it gold and green
I'd make the oceans orange for a brilliant color scheme
I would color all the mountains, make the sky forever blue
So the world would be a painting and I'd live inside with you
If the world was mine
I'd tell you what I'd do
I'd wrap the world in ribbons and then give it all to you

I'd teach the birds such lovely words and make them sing for you
I'd put those stars right in a jar and give them all to you.



Melody Gardot



sexta-feira, 27 de março de 2009

Boop-boop-a-doop!

Um certo país mediático exultou de alegria com a chegada da versão portuguesa da revista americana Playboy. Não sei porquê, mas desconfio que seja devido ao tão proclamado "atraso cultural português", que constantemente nos separa do progresso e da felicidade (ambos oscilando entre o neo-realismo socialista e o neo-libelismo capitalista) e porque agora os rios de mel terão motivos para correr por aqui. Ora, lamento, amigos, mas parece que vão ter de aguardar pela versão portuguesa de uma outra coisa qualquer estrangeirada: pelo que constato pela capa (não, ainda não comprei o número histórico para mais tarde, hummm, "recordar") e pelo catálogo que me enviaram por mail (se há coisa em que somos especialistas é no desenrasca-e-vamos-mas-é-digitalizar-isto-e-mandar-para-os-amigos), a pobreza franciscana foi tanta que a playmate escolhida para a estreia (logo, para figurar como ícone erótico-sexual do Portugal contemporâneo) foi a ex-Delirium e ex-Big Brother Mónica Sofia. Podia ser pior, dizem-me logo os muito optimistas. Claro que podia. Mas podia ser infinitamente melhor! O DN de hoje relembra a 1ª capa de sempre com, nada mais, nada menos, do que Marilyn Monroe. É caso para dizer que levamos mais de 50 anos de atraso para escolhê-las! E saímos sempre a perder… é obra!


Para que se obvie a diferença infinita, aqui fica um cheirinho daquele que é – também – um grande filme: "Some Like It Hot"… Mónica Sofia, rapariga, tens ainda que comer muito arroz e feijão para chegar aos sensuais calcanhares de Mrs. Marilyn!


domingo, 16 de novembro de 2008

Balada das palavras perdidas

Pergunto-me se esta canção, com a magnífica orquestração que tem, se cantada em inglês não estaria na nossa memória musical através do cinema americano? Pergunto-me se esta mulher, Madalena Iglésias, cantando em inglês, não teria sido uma estrela maior do "star system" (muito maior do que foi no mundo Ibero-Americano onde foi uma das maiores estrelas dos anos 60, entenda-se)? Pergunto-me qual a razão de hoje ainda conseguirmos exportar menos música do que quando nos definíamos como orgulhosamente sós?