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quinta-feira, 23 de julho de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

Coimbra





(...)
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
(...)




* De Coimbra trago as festas e as cicatrizes - o rastro do tempo na pele. Trago a memória da partilha. Trago os risos e as lágrimas. As gargalhadas e as canções. As dores do crescimento. O prazer das descobertas. Os mestres, o sabor do saber e as cabeçadas da vida. Trago os amigos (para a vida, Senhor, para a vida) e os afectos. Trago a capa negra e as noites ao luar. Os jantares e o som da "cabra". Trago os cheiros, o Mondego e as magnólias. Trago as madrugadas do Penedo, as caminhadas sem destino, os pássaros do Botânico. Trago os abraços e as partidas. Trago os F-R-A's e as capas ao ar. Trago as Queimas e as Latadas, os selos e as fitas. Trago as tardes no Tropical, os lanches com da Vénus, os janquinzinhos com arroz de tomate do Quim dos Ossos, o traçadinho do Pratas, o chocolate quente do Quebra, as torradas do "Gil Vicente", os finos do O.A.F, o bolo de chocolate do Rubyana, os cafés do S. José. Trago a Vitrice e o Aviz e o Mil Doce e o Santa Cruz. Trago os que amo que e os que deixei para trás. Trago as noitadas de cinema e os arrepios no teatro. Trago o amor. Trago o fado.

Coimbra comigo sempre. De_cor.

sábado, 14 de março de 2009

Sintonia _ e não.





Não sendo este o meu tema favorito dos Deolinda, é a canção do aqui e agora. Ah pois é! Toma e embrulha!